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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Saiba o que fazer para fortalecer unhas fracas e quebradiças

Unhas bonitas, bem cuidadas, com aparência saudável são como cartões de visita, criando boas “primeiras impressões”. E o contrário (unhas feias, mal cuidadas) também causa uma primeira impressão: a de descuido e “relaxo”. Mas nem sempre sabemos como resolver aquela unha sem brilho, que quebra facilmente ao crescer um pouco mais.
O primeiro passo para tratar unhas assim é descobrir o motivo da fraqueza. E isso pode variar desde o uso constante de produtos químicos (como detergentes) a problemas alimentares (como falta de vitaminas).
Como é a unha normal? A unha normal é transparente, lisa, suave, permanecendo colada ao seu leito e apresentando crescimento contínuo.

O que pode gerar o enfraquecimento das unhas:
  • Acetona ou removedor de esmalte em excesso ressecam muito as unhas, o que as tornam quebradiças, sem brilho e com muitas manchas brancas na superfície
  • Produtos químicos (detergentes e produtos de limpeza)
  • Alimentação pobre em nutrientes e vitaminas
  • Anemias, hipotireoidismo, desnutrição por má absorção de nutrientes
  • Fungos ou bactérias que se instalam nas unhas
Como solucionar o problema de unhas fracas e que quebram com facilidade?
  • Use luvas antes de qualquer atividade doméstica, especialmente as que envolverem produtos químicos
  • Uma dieta rica em proteína, nutrientes e oligoelementos é muito importante para mantê-las em ordem. Um mineral que jamais pode faltar é o zinco, que é essencial para saúde das unhas
  • Use um esmalte adequado (aquele que não tenha ingredientes corrosivos ou que não cause alergia na pessoa). Produtos como o tolueno e o formaldeído são compostos químicos que estão na composição do esmalte e algumas pessoas podem ser alérgicas
  • Evite tirar as cutículas. Sem elas, a entrada de fungos e bactérias torna-se mais suscetível
  • Use bases fortalecedoras formuladas especialmente pelo dermatologista, que tem em sua composição carbonato de cálcio, formaldeído e derivados de quinino
  • Mantenha suas unhas sempre hidratadas, com produtos específicos para a região das mãos

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sanduíche pode ser saudável e não ser um inimigo da dieta



Sanduíche é uma coisa irresistível, não é mesmo? Mas alguns podem ser verdadeiras “bombas calóricas”, com todas as possibilidades de recheios, pãos com mais carboidratos, muitos condimentos, entre outros.
Se você se preocupa em manter uma alimentação equilibrada ou faz dieta, saiba que o sanduíche não precisa ser vetado de seu cardápio. Basta apenas ter cuidado ao compôr um escolhendo elementos mais leves e saudáveis – sem, é claro, abrir mão do sabor.
Escolha o pão ideal
São diversas as opções de pão do mercado. Existem os pães de linhaça, cevada, grãos variados, aveia, cenoura e também o preto e o integral. Essas são as opções menos calóricas e mais nutritivas, ideais pra receitas mais saudáveis.
Evite: os pães brancos em geral, pois a receita deles contém açúcar que eleva os níveis de glicose no sangue rapidamente, sem contar que o seu tipo de carboidrato não é ideal pra uma dieta balanceada. Além disso, esses pães não geram saciedade tanto quanto os integrais e de grãos, ricos em fibras.
Opte pela proteína magra
Sanduíches com atum light são uma das melhores opções. O peito de frango grelhado (sem a pele!) vem em seguida. Depois, rosbife e carne bovina ou suína.
Evite: os embutidos em geral, como presuntos e salames, pois têm muitas calorias, gordura e uma quantidade de sódio considerável que causa a sensação de estufamento.
E o queijo, é permitido?
Então… sim, mas com algumas considerações: os queijos menos calóricos são a ricota e o cottage. É importante tomar cuidado com o queijo de minas (branco), opte pela versão light. A mussarela de búfala também pode prejudicar a perda de peso. “Queijos amarelos (parmesão, prato, muçarela, cheddar) são os que contém maior quantidade de gorduras e, consequentemente, de calorias.
A cilada do sanduíche “natural”
Muitos sanduíches “naturais” contêm uma significativa quantidade de molho (muitas vezes são feitos com maionese e muita gordura). É importante ler o rótulo da embalagem e comparar com outros molhos, verificando a quantidade de gorduras e calorias do produto e, assim, poder fazer a melhor opção.
Molhos à base de iogurtes e com ervas são os mais indicados. Dê preferência aos molhos feitos em casa com ingredientes mais saudáveis. Por mais “light” que seja o molho de supermercado, muitas vezes há conservantes que não são tão saudáveis e deveriam ser evitados.
Dica: A palavra-chave na hora de rechear o seu sanduíche é “moderação”. Se você não quiser trocar o seu queijo preferido por uma versão menos calórica e gordurosa, lembre-se de usar uma pequena quantidade só para matar o desejo.
Abuse da saladinha!
A melhor estratégia para deixar um sanduíche mais gostoso, nutritivo e menos calórico é investindo na saladinha. Folha verdes como alface, rúcula, acelga, espinafre e legumes, como tomate, cenoura, beterraba, pimentão e palmito, preenchem seu sanduíche, dando um aspecto robusto ao lanche e, ao mesmo tempo, promovem uma maior saciedade.
Só de vez em quando!
É só ver um sanduíche com aparência mais leve que muita gente não pensa duas vezes em substituir uma refeição pelo lanche prático na esperança de estar fazendo uma troca saudável. Não é indicada a substituição de uma refeição tradicional por um sanduíche. Não há problemas em fazer isso uma vez ou outra, mas tornar a medida um hábito é prejudicial.

Dicas para limpar eletrodomésticos

A vida útil dos eletrodomésticos depende, em muito, da maneira como os limpamos e conservamos. Por falta de informação (ou até por achar que a limpeza pode ser igual para todos eles), acabamos arranhando o acabamento das peças e, em casos extremos, até colocando-os em risco de curto-circuito.
Este post é justamente para eliminar as dúvidas – junto com a sujeira!
A limpeza correta dos eletros é importante não apenas para a conservação dos mesmos, mas também para evitar a contaminação de alimentos.

O QUE VALE PARA TODOS OS ELETROS:
- Antes de lavar, certifique-se de que não estão ligados à tomada
- Evite água no motor, pois isso pode causar danos irreparáveis e provocar curto-circuito
- Guarde-os sempre secos – e os que possuem partes como copos, de preferência, destampados
- Mesmo estando limpos e guardados, é recomendado uma vez por mês fazer uma faxina geral nos eletrodomésticos, lavando-os novamente.
COMO LIMPAR A BATEDEIRA:
- Apenas as partes móveis da batedeira podem ser levadas à água – portanto desmonte-as e use detergente e água morna para lavar. A água morna é um forte aliado, especialmente se você fez um creme muito gorduroso ou alguma outra receita com bastante óleo e manteiga.
- O corpo da batedeira (onde está o motor) não pode ser lavado. Para limpá-lo, passe um pano umedecido apenas com água diversas vezes, até que ele saia bem limpo. Depois passe um pano com detergente neutro e em seguida um pano limpo para secar bem. E não se esqueça daqueles cantinhos, botões e ranhuras onde se pode acumular sujeira: utilze uma escovinha ou palito para limpá-los.
COMO LIMPAR O LIQUIDIFICADOR:
-  Sempre desmonte o copo do corpo do liquidificador e dê especial atenção à rosca e aos pequenos vãos que podem existir em seu modelo, pois são neles que se acumulam restos de comida, que estragam e acabam contaminando suas próximas receitas. Uma escova de dentes (sem uso!!) ajuda na limpeza desses cantinhos e lugares escondidos.
- Para o corpo do liquidificador, valem as mesmas dicas da batedeira.
- Na limpeza mensal (independente do uso), use água morna e limão para limpar. Coloque a mistura em metade do copo e bata por alguns segundos – esse truque é especialmente eficiente para eliminar os odores e resíduos que podem ter passado “batido”.

COMO LIMPAR O ESPREMEDOR DE LARANJA:
-  Com o tempo, algumas partes dos espremedores podem começar a ficar amareladas. Isso se deve à própria ação dos ácidos encontrados em frutas como limão e laranja. Para deixar os componentes do espremedor sempre claros, coloque as partes que entram em contato com a fruta numa solução de bicarbonato de sódio e água – 1 porção de bicarbonato para cada 4 de água. Deixe por algumas horas. Quando notar a diferença de cor, retire e enxágue, secando bem antes de guardar. Se já estiver bem amarelado, experimente fazer a solução com água morna, mantendo a proporção (mas ainda assim, talvez a cor não volte ao original totalmente).
COMO LIMPAR A CAFETEIRA:
- Já reparou que, com o uso, a jarra da cafeteira vai ficando escurecida? Muita gente acha que isso é natural, mas não é. Esse escurecimento acontece porque só a água e o detergente não são suficientes para eliminar todos os resíduos do óleo do café que impregnam nessas partes. Pelo menos uma vez por mês, faça uma mistura de 1 parte de vinagre para 2 de água (ou 1 parte de bicarbonato de sódio para 4 partes de água morna). Coloque um filtro de papel na cafeteira e ponha a mistura de vinagre ou a de bicarbonato no recipiente para água. Ligue a cafeteira e deixe-a funcionar como se estivesse fazendo café, até a mistura toda passar para o filtro de papel. Jogue o filtro de papel e a água fora. Desligue e deixe a cafeteira esfriar por cerca de 15 minutos. Enxágue todas as partes que passaram por esse processo e repita a operação com água pura.
- Na hora de preparar o café, no dia-a-dia, nunca use a jarra da cafeteira para colocar água no recipiente plástico. Essa jarra geralmente guarda óleos dos últimos cafés, que acabam, dessa forma, sendo transferidos pro recipiente de água. Procure ter uma jarra exclusiva só para adicionar água limpa. Além de conservar a cafeteira mais limpa, isso influencia no sabor do café. E, acredite, nem sempre a diferença é sutil.
COMO LIMPAR A SANDUICHEIRA:
-  Nunca use objetos cortantes ou afiados para raspar o queijo que fica grudado na sanduicheira – isso estraga o antiaderente da sanduicheira. Umedeça os restos de alimento que estão na peça, espere amolecer, e com uma esponja macia vá retirando a sujeira. Depois seque com um pano macio. Muita gente deixa a sanduicheira ligada, achando que o calor vai acelerar o processo, mas nunca faça isso. Para limpar os eletrodomésticos, só se estiverem desligados da tomada.

COMO LIMPAR A TORRADEIRA:
-  As migalhas de pão são as grandes vilãs na limpeza e conservação de torrdeiras. Depois de usar sua torradeira, já desligada e fria, vire-a e bata no fundo para tirar as migalhas de pão.
- Limpe o exterior com um pano úmido com detergente, depois passe um pano umedecido e limpo e seque.
- Dica de manutenção: cubra a entrada da torradeira com um filme plástico enquanto ela não estiver em uso (e, claro, só quando ela não estiver quente). Isso evita a entrada de pó, resíduos e bichinhos. Ao usar a torradeira, coloque fatias de pão puro, sem adição de qualquer cobertura como manteiga ou requeijão.
COMO LIMPAR A CENTRÍFUGA E O JUICER:
-  Assim como o espremedor de laranja (e pelos mesmos motivos), as partes plásticas e acrílicas da centrífuga adquirem um tom amarelado com o passar do tempo e conforme o uso. Para mantê-las claras e limpas, use bicarbonato de sódio e água, na proporção de 1 para 4, e deixe de molho por algumas horas.
- Os componentes de inox devem ser lavados com água e detergente. Após a lavagem, coloque-os num recipiente com água e limão, que elimina os resíduos e recupera o brilho. Para cada xícara de água, use ¼ de suco de limão. Seque bem antes de guardar.

Trash The Dress: a nova mania entre as noivas

Ter apenas as fotos do dia do casamento já deixou de ser suficiente para muitas noivas. A moda agora é fazer uma sessão Trash The Dress. A expressão pode ser “assustadora” num primeiro momento e muita gente pode estar se perguntando “Como assim, destruir o vestido?”
Mas uma sessão Trash The Dress nada mais é do que um ensaio fotográfico, em cenários mais exóticos, sem medo de estragar ou sujar o vestido – a proposta é realmente ousar!
A ideia nasceu lá fora, onde as noivas começaram a fazer ensaios fotográficos editoriais, sem nenhuma preocupação com o vestido. Alguns ensaios internacionais (como veremos nas fotos desse post) são bem radicais, mas aqui no Brasil o conceito tem sido mais “não ter medo de molhar ou sujar o vestido”.
O Trash The Dress, em geral, é realizado alguns dias após a cerimônia ou a lua-de-mel. Na sessão, a noiva (acompanhada do noivo, que também participa das fotos) pode deitar no chão, rolar na areia, entrar na água… É um momento de descontração, em que os noivos não devem estar cercados por aquela preocupação da cerimônia em que tudo deve sair mais perfeito.
Existe a versão Light desse tipo de ensaio, em que o vestido não é “judiado”. Nesse caso, apenas a escolha de um lugar diferente já é o suficiente para se ter fotos incríveis.
Mas o objetivo é mesmo descontrair, demonstrar a cumplicidade do casal, então, ressaltamos, nada de se preocupar com o vestido.
Claro que, no Brasil, nem todos os vestidos são comprados – muitos são alugados.
Os fotógrafos especializados afirmam que é possível, sim, fazer um Trash The Dress com vestido alugado. A recomendação é conversar com o ateliê com antecedência, avisar sobre a intenção de se fazer esse tipo de ensaio e acertar, inclusive, o aluguel por uns dias a mais.
O Trash the Dress exige uma boa dose de ousadia tanto por parte da noiva quanto por parte do noivo, que também participa com a roupa usada no casamento – quem topa fazer o ensaio precisa estar disposto a se soltar e a se divertir.
A escolha do cenário também é um dos elementos que fazem o charme desse tipo de foto. As escolhas mais comuns envolvem praias, cachoeiras, fazendas, grandes jardins, estações de trem desativadas, entre outras. Outras locações que ficam bem legais são museus, parques, clubes de campo, pontos turísticos – enfim, deixe a imaginação rolar solta. Certamente, quanto mais exótico o local, mais diferente será o resultado do Trash The Dress. Por exemplo, se os noivos são ambos alucinados por futebol, por que não fazer o ensaio em um estádio?
Aliás, essa é uma boa dica de cenário: um que tenha um significado especial pros noivos – pode ser o lugar onde se conheceram, onde ele fez o pedido, onde deram o primeiro beijo… Mais uma vez: deixe a imaginação rolar solta. Vá com o seu vestido a lugares onde você não iria vestida de noiva!
A locação para o ensaio deve permitir, de preferência, ambientes variados e inusitados. Uma praia com mata, por exemplo, ou uma fábrica abandonada com um lago por perto. O elemento água é importante, pois, em geral, o Trash the Dress termina com o vestido molhado.
Há casos em que o fotógrafo pode acompanhar o casal, inclusive, na lua-de-mel – não deixa de ser uma ideia bacana, ainda mais dependendo do destino da viagem. O importante é que o ensaio reflita o estilo dos noivos.
E o Trash The Dress é um momento especial, que permite ainda mais lembranças recheadas de emoção. A noiva se arruma novamente, vive a sensação de vestir mais uma vez o vestido mais importante de sua vida (que até então só era vestido uma vez) e divide com o novo marido momentos de cumplicidade e diversão, que ficam registrados em lindas e diferentes fotos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Conheça os cortes de carne bovina ideais para suas receitas


É normal surgir aquela dúvida, especialmente entre os novatos nas artes culinárias: qual é a melhor carne pra um churrasco? E pra um ensopado? O que é carne de primeira e carne de segunda?
São muitas perguntas, que podem ser respondidas de maneira simples – apenas tendo um guia para nos orientar. Preparamos a lista abaixo dos cortes de carne bovina e sua melhor utilização.  

Você pode até imprimir essa página e deixar em um lugar visível da sua cozinha.

1 – Peito: Corte de segunda (pode vir com osso ou sem osso). Boa para caldos, cozidos e ensopados.
2 – Pescoço: Corte de terceira. Boa para sopas e cozidos.
3 – Cupim: Corte de segunda. Boa para churrascos. Pode ser o vilão de uma dieta, já que é um dos cortes mais gordurosos do boi.
4 – Acém: Corte de segunda. Boa para bifes de panela, ensopados e assados. Junto com o patinho, é considerado o melhor corte para carne moída.
5 - Braço (ou paleta): Corte de segunda. Boa para cozidos, caldos, ensopados e molhos. Por ser bastante saboroso, é um corte escolhido também para rechear.
6 – Músculo: Corte de segunda e de terceira. Boa para ensopados, cozidos, caldos e molhos. O ossobuco é músculo ainda com osso, ainda com o tutano. Depois de cozido, fica uma delícia com pão, por exemplo.
7 – Capa de filé: Corte de segunda. Boa para assados e refogados.
8 – Aba de filé: Corte de segunda. Bom para hambúrgueres e croquetes.
9 – Ponta de agulha: Corte de terceira. Boa para caldos, ensopados e refogados.
10 – Filé de costela: Corte de segunda. Boa para fazer ensopados e refogados.
11 – Contrafilé (ou filé de lombo): Corte de primeira. Boa para grelhados, assados, churrascos e rosbifes. Seu grande segredo é não deixar passar do tempo ideal para não endurecer, com exceção à carnes maturadas, que são muito mais macias. Busque sempre as peças com capa de gordura, que ficam mais macias e saborosas durante o preparo.
12 – Filé mignon: Corte de primeira. Boa para bifes, assados, grelhados, strogonoff e rosbifes. É o corte mais nobre, por ser o mais macio. Para fazer um bom filé mignon não se esqueça da regra básica sobre as carnes: o mais importante é a gordura, responsável pelo sabor. Como o mignon não a tem, é importante untá-lo um pouco.
13 - Picanha: Corte de primeira. Boa para o preparo de assados, cozidos e churrascos. Aliás, é a estrela dos churrascos! Mas isso no Brasil, onde é considerada de primeira. Na Europa, é muito usada para carne de panela. As principais características da peça são o formato triangular, com uma camada de gordura, que é responsável pelo seu sabor, suculência e maciez. A gordura da picanha só pode ser retirada após ter sido assada, caso contrário as fibras de sua carne ficarão enrijecidas e sem gosto. É preciso lembrar que vendem peças picanhas com quase 3 kg de peso. Isso é simplesmente impossível. Um boi confinado, com o devido padrão genético e todas as vantagens tecnológicas, gera a produção de uma picanha de cerca de 1,5 kg no máximo.
14 – Alcatra: Corte de primeira. Boa para assados, grelhados, bifes, refogados e picadinhos. É formada por um conjunto de 5 cortes diferentes de carnes. A picanha faz parte deste conjunto. Em seguida, temos o miolo da alcatra, que seria a ‘própria’, usada nos churrascos tradicionais e justamente do miolo é que se tira o Baby-Beef, uma tira de carne do tamanho de um pequeno bife muito macio e apreciado por todos. Tem ainda mais dois cortes: o Tender Steak e o Top Sirloin, que possuem entre eles um nervo que se aloja dentro do miolo da alcatra. Não é comum assá-los sem estes cortes que retiram o nervo central, evitando que ele enrijeça ou deforme a carne. Assim como a picanha, a alcatra também possui muitas variações em seus cortes, podendo ser bem utilizada também em picadinhos, bifes e assados.
15 - Maminha: Corte de primeira. Boa para grelhados, assados, churrasco e bifes. É a ponta do conjunto de carnes que formam a alcatra. A maminha tem um formato quase triangular e pesa aproximadamente cerca de 2 kg. É muito apreciada em rodízios. A maminha é uma carne com boa espessura, textura e sabor que podem ser melhor aproveitados no espeto, fatiando pouco a pouco, como o cupim. Inicia-se com o sal grosso, depois cobre-se as partes fatiadas com sal fino e volta ao fogo. Outra variação pra churrasco é cobrir as partes fatiadas com um creme de alho. Dá um aroma e sabor inigualáveis.
16 - Fraldinha: Corte de segunda. Boa para assados, ensopados, churrasco, moídos e caldos.
17 – Patinho: Corte de primeira. Boa para assados, cozidos, bifes, moídos e molhos. É ideal para bife à milanesa e para carne de panela.
18 – Coxão duro (ou ponta de alcatra): Corte de primeira. Boa para cozidos, assados, ensopados, moídos e caldos.  É a favorita na preparação  de papinhas  infantis.
19 – Coxão mole: Corte de primeira. Boa para assados, refogados, ensopados e picadinhos. Dá bifes bem suculentos. Ótima também quando grelhada. Neste caso, pode ser também bem condimentada  antes de ser colocada na grelha. Usada em refogados, sopas, bifes rolê, bifes à milanesa, bolos de carne, carne moída, etc.
13 – Lagarto: Corte de primeira. Boa para o preparo de assados, rosbifes, cozidos e ensopados. É uma carne um pouco mais dura e precisa de mais tempo que as demais, no forno, para ficar macia. É uma das carnes favoritas para ser recheada (com bacon, cenoura, cebola já fica uma delícia!), e também a escolhida para, após cozida e bem resfriada, ser fatiada bem fina para carnes escabeche (carne louca). Em bifes, só se for protegida por um massinha para empanar.
21 – Rabo: Não tem classificação de corte. Boa para cozidos, ensopados e refogados.

Conhecendo melhor os alimentos integrais

Alimento integral é aquele que não passou por nenhum processo de refinação. O integral não tem sua estrutura alterada em algum processo de industrialização e conserva todos seus componentes originais, inclusive as cascas e as películas protetoras e, com isso, não tem descartadas partes ricas em nutrientes. A concentração de minerais e vitaminas é maior nas cascas, onde estão também compostos importantes como as fibras.Mas se engana quem pensa que alimentos integrais têm menos calorias do que os refinados. Eles têm a mesma quantidade e, em alguns casos, até um pouco mais. Sendo assim, por que esses produtos são usados em cardápios para emagrecer? As responsáveis são as fibras. Alimentos ricos em fibras não são tão facilmente digeridos pelo organismo, ou seja, faz com que o corpo trabalhe mais e por mais tempo para absorver os nutrientes. Por conta disso, é comum que a fome demore a aparecer quando o café da manhã feito com um pão integral ou que você se sinta satisfeito com uma quantidade menor de alimento.
Os alimentos integrais são excelentes também para acelerar o nosso metabolismo (energia que gastamos para viver sem contar nenhuma atividade diária como andar, comer, trabalhar etc). Com isso o corpo gasta mais energia, ajudando no emagrecimento. Além disso, as fibras solúveis (que podem ser ingeridas) ajudam a reduzir o colesterol, a glicose sangüínea e estimulam o trânsito intestinal.
Mas atenção: as mesmas fibras que ajudam a controlar a fome e regulam o intestino podem ser inimigas de atletas de alta performance antes de um treino ou prova. Ingerir alimentos integrais em excesso nos momentos que antecedem a atividade pode gerar desconforto abdominal ou até gases durante as provas e treinos mais fortes.
Vantagens de cada alimento
Arroz integral: preserva o gérmen, onde se concentram as fibras, vitaminas do complexo B e minerais;
Açúcar mascavo: enquanto o açúcar branco contém apenas carboidratos, o mascavo apresenta ferro, potássio e uma série de vitaminas que são excluídas no processo de refinamento. Não deve ser usado por diabéticos;
Leite integral: apresenta vitaminas lipossolúveis como A e D. Porém, deve ser evitado em dietas de perda de peso e por portadores de colesterol elevado;
Farinha de trigo integral: tem valor calórico semelhante ao da farinha branca e apresenta mais vitaminas e proteína, além das fibras;
Aveia: apresenta grande quantidade de proteína e fibras solúveis. Para atletas de alta performance, é um alimento útil para regularizar os horários das evacuações, o que evita desconforto abdominal durante os treinos;
Gérmen de trigo: contém vitamina E, que é um poderoso antioxidante, além de vitaminas do complexo B.